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EPI - equipamentos de proteção individual

IMPORTANTE

Todo Equipamento de Proteção Individual só pode ser utilizado se possuir o Certificado de Aprovação (CA), expedido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

RESPIRADOR PURIFICADOR DE AR

Para que serve?
Proteger contra pó, poeira, névoas ou resíduos que possam irritar as vias aéreas ou o aparelho respirátorio.

Dica de uso
Avalie o formato, a fixação e adequação do aparelho ao rosto do trabalhador.

ÓCULOS DE PROTEÇÃO

Para que servem?
Protege os olhos do profissional contra o impacto de partículas e objetos.

Dica de uso
Os óculos devem estar bem adaptados ao rosto do trabalhador. Pode-se também utilizar óculos de grau com lentes endurecidas.

PROTETOR AURICULAR

Para que serve?
Proteger os ouvidos e seus órgãos internos de ruídos que possam agredir, irritar ou prejudicar a saúde do trabalhador.

Dica de uso
É muito importante que o protetor esteja bem limpo para evitar infecções, principalmente no caso de protetores de uso interno.

CAPACETE

Para que serve?
Protege a cabeça do trabalhador contra impactos de objetos sobre o crânio. Exitem capecetes com aba total e com aba frontal. O tamanho é único e a regulagem é através da sua tira.

Dica de uso
Conferir com atenção se o capacete está bem ajustado na cabeça para que não saia do lugar, não caia e não provoque dores de cabeça nem desconforto.

CALÇADOS DE SEGURANÇA

Para que servem?
Protege os pés do trabalhador contra ferimentos, escoriações e queda de objetos.

Dica de uso
É preciso que sejam adequados e se adaptem aos pés de forma correta, conferindo inclusive a numeração. Deve-se experimentar o calçado antes e limpá-lo com regularidade para evitar possíveis problemas de pele.

LUVAS

Para que servem?
Proteger as mãos na utilização e aplicação de todos os produtos.

Dica de uso
Devem ser utilizadas luvas de tamanho adequado. Como todos os outros EPIs, é necessário que se faça higiene adequada.

SEGURANÇA NAS ALTURAS

Para trabalhos em alturas, além dos EPIs já descritos, é necessário usar também cinto de segurança, trava-quedas, cordas, etc., equipamentos individuais que fornecerão proteção adequada ao tipo de serviço a ser executado. Veja a seguir alguns equipamentos e sua utilidade.

Cordas de segurança: para suportar a queda livre de uma pessoa, é utilizada em conjunto com mosquetões e freios.
Trava-quedas: proteção em trabalhos executados com deslocamento vertical, destinado a travar a movimentação do cinturão caso ocorra uma queda.
Cinto de segurança: o cinto tipo paraquedista com cinturão abdominal deve ser utilizado em conjunto com talabarte – a ser conectado nas argolas laterais para posicionamento de trabalho, ou dispositivos trava-quedas, nos pontos de ancoragem dorsal e/ou frontal.
Talabarte – aplicação: para posicionamento no serviço, nas argolas laterais do cinto de segurança tipo paraquedista (pode ser posicionado na frente ou atrás).
Mosquetão – aplicação: trava o cinto de segurança ao talabarte, limitando a possibilidade de queda.

MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS

A movimentação manual de cargas é uma das formas de trabalho mais antigas e comuns, sendo responsável por um grande número de lesões, problemas de saúde ocupacional e acidentes em geral. Por isso, sempre que possível, deve ser evitada, pois pode causar desgaste excessivo e ineficiência. Quando for inevitável, veja abaixo os aspectos a serem observados.

LEVANTAR E CARREGAR CARGAS

Esta técnica é válida para caixas, sacos, barras, etc. Ao levantar a carga, o joelho deve ficar adiantado em ângulo de 90º. Os braços devem permanecer esticados entre as pernas, e o dorso, plano. O queixo não deve estar para baixo e as pernas devem estar afastadas lateralmente. A carga fica próxima ao corpo, e o tronco, em mínima flexão.

MOVIMENTAÇÃO LATERAL DA CARGA

É a técnica mais indicada para movimentação manual de cargas. Os pés devem estar em ângulo de 90º para evitar a torção do corpo. No caso do transporte, os braços devem permanecer esticados para não forçar a musculatura.
Obs.: a mecanização das atividades pode ser feita com dispositivos mecânicos como polias, guindastes transportadores e outros. O uso desses equipamentos exige certo investimento inicial, tornando essencial uma análise detalhada das necessidades e da frequ ência das operações de transporte.